sábado, 3 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Discutir
sobre o que é ou não ético, talvez seja um dos debates mais permeados
pela subjetividade que se possa imaginar. Esse conceito pode variar de
acordo com as classes sociais, ou seja, o que é ético para um
determinado segmento pode não ser para outro. No entanto, imagino que a
ética, no contexto da maioria das pessoas, esteja ligada a questões
morais e virtudes, como, por exemplo, honra, idoneidade, probidade,
respeito e consideração com a coletividade.
É
óbvio que ética e honra não são monopólios dos evangélicos. No entanto,
são inerentes ao caráter pessoal de todos aqueles que realmente temem a
Deus. Ao menos é o que se espera.
O
profeta e político Daniel, relatado nos textos bíblicos, talvez seja uma
das mais importantes referências à observação de honra e ética. Ele foi
constituído pelo rei Dario como um de seus três presidentes, a fim de
que aquele reino não sofresse prejuízos. A parte gerida pelo presidente
Daniel era a que se destacava administrativamente dos demais setores
públicos daquele Estado e a que prosperava abundantemente. Tanto que o
rei estava determinado a constituí-lo como primeiro-ministro de seu
reino. Ao ler o texto bíblico em que consta este relato, será possível
deduzir que Daniel não era corrupto, nem tolerava tal procedimento em
sua gestão.
Os
outros presidentes passaram a temer e a odiá-lo, tanto que atentaram
contra sua vida. Pois, por sua conduta ilibada e seus resultados
administrativos positivos, acabava de certa forma denunciando que havia
alguma coisa errada acontecendo na gestão de seus adversários.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
O cristão e a cidadania: Qual o papel essencial da política?
Posted on 18/02/2012
O papel da política, bem como o do
Estado, é mediar os interesses da coletividade. A proposta de uma
sociedade politicamente organizada nem sempre existiu. A raça humana
vivia em um modelo definido por alguns estudiosos como “estado de
natureza”. Neste ambiente, o desenvolvimento humano era improvável, já
que imperava um tipo de lei da selva, com todo tipo de violência. Alguém
pode dizer: “As barbáries existem até hoje.” Sim. Não há como
discordar. Mas tente imaginar um mundo sem polícia, justiça, leis,
regras sociais, direitos etc.
No caso da ideia de uma sociedade
politicamente organizada, as normas de convivência são estabelecidas
como uma ferramenta que, em tese, deve proteger os cidadãos, inibir os
abusos e punir transgressores.
Voltando a citar a geração dos hebreus
que saíram do Egito e não entraram na terra prometida, seu quadro social
nos indica certa similaridade com o “estado de natureza”. Conforme
comentamos na última coluna, eles pareciam ser totalmente
indisciplinados e desrespeitosos uns com os outros.
O que se tem observado é que,
historicamente, uma cultura não costuma se transformar da noite para o
dia. Às vezes, uma ou várias gerações são necessárias para que isso
ocorra. Josué e Calebe testemunharam essa verdadeira transformação e
choque cultural durante os 40 anos em que, junto com os filhos de
Israel, estiveram no deserto. E mesmo depois, já em Canaã, as mudanças
culturais continuaram a acontecer! O avanço cultural inerente apenas à
raça humana é dinâmico, nunca cessa.
No caso dos hebreus, eles foram
obrigados a repensar seus conceitos para que continuassem existindo e
conquistando, a fim de se estabelecer como nação.
É claro que Deus estava determinado a levar seu projeto de nação adiante, e ainda está, porque nunca desiste de Seus objetivos.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto, que entrar nele nada mais é que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento, e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar: Torne-se OCEANO!!!
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.
Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto, que entrar nele nada mais é que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento, e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar: Torne-se OCEANO!!!
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
VEREADOR PASTOR ROBERTO CONDE . O CRISTÃO E A CIDADANIA.
Ao
nos referirmos a um agente apropriado, em especial no cenário bíblico,
em passagem que
narra o tempo em que os filhos de Israel se tornaram escravos no Egito,
após a morte de José, estaremos apontando para aquele que politicamente
era o mais capacitado para sê-lo: Moisés. Ele havia
se tornado um mito político por sua trajetória de vida e por reunir em
si vários outros atributos que lhe eram peculiares.
Moisés
foi uma escolha estratégica do próprio Deus para reivindicar a
libertação e a emancipação política e social daquele povo. Vale destacar
que, certamente, entre o povo de Israel existiam homens de bem,
dispostos e talvez até tementes, mas que não dispunham de chancela,
sobretudo política, que os habilitasse para aquele determinado projeto,
ou seja, ter acesso ao Faraó para defender a causa do povo hebreu sem
sofrer danos.
Provavelmente,
naquela época qualquer outra pessoa talvez não conseguisse sequer se
aproximar da porta do palácio real, que dirá entrar. Certamente seria
detida ou até mesmo morta. É claro que jamais podemos desconsiderar a
proteção Divina que estava sobre Moisés, porém, existiam outros fatores
de natureza terrena, social e política a serem considerados: “(…) também o homem Moisés era mui famoso na terra do Egito, aos olhos dos oficiais de Faraó e aos olhos do povo.” (Êxodo 11.3) Moisés era, de fato, apropriado e credenciado para representar seu povo junto ao governo egípcio.
Observe
que, aparentemente, nada ocorreu por acaso, digo, havia um projeto
predefinido em que, providencialmente, Moisés é preparado para cumprir
uma missão, libertar seu povo e transformá-lo em nação.
Quando,
no exercício da cidadania, votamos e elegemos uma pessoa, estamos
confiando, credenciando e lhe dando acesso para que ela tenha
prerrogativas de nos representar junto ao poder público.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
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VEREADOR ROBERTO CONDE DE JUNDIAI DEFENDE A IMPLEMENTAÇÃO DO VLT EM JUNDIAI TEMOS QUE MELHORAR O TRANSPORTE PUBLICO CRIANDO ALTERNATIVAS. POR ISSO EU APOIO ESSE TRANSPORTE PARA JUNDIAI.